Foi com profunda tristeza (e através de consequências nefastas) que me apercebi, há algum tempo, que, perante uma mesma situação, o meu cérebro é capaz de, em momentos distintos, tomar decisões opostas. Tudo depende do nível de esperma que está acumulado no organismo.
Ou seja, após uma ejaculação recente, a minha capacidade de raciocínio está em perfeitas condições. Os argumentos que aceita ou rejeita têm uma lógica subjacente. As coisas são o que são.
Se, pelo contrário, o esperma não é expelido há algum tempo, todos os raciocínios estão toldados por desejo sexual. Sexo com uma miúda de 19 anos de quem não gostas e cuja companhia se acaba por traduzir num sofrimento? Claro! Um trio com um casal na casa dos 40? Embora lá! Prostitutas de 18 anos? Vamos a isso! Aquela miúda que não via há anos elogiou-me, portanto isto ainda pode acabar na cama, não? Sem dúvida! As coisas não são o que são, são o que poderiam ser.
Portanto, se me é permitido deixar um conselho na merda do meu próprio blog, fiquem com a dica: masturbem-se. Não é verdade que provoque cegueira. Acho eu. Já não consigo ver bem estas últimas letras...
Aí está uma tese que sempre defendi...
ResponderEliminarAntes do momento em que se quer acabar o namoro com ela, bater não uma, mas pelo menos duas...
A piça tem de ficar a doer.
Se não ficar, é porque que mais fricção é requerida.
Depende da direcção do jacto... podes sempre vazar uma vista... Já pensaste no stress de um espermatezoide quando passas muito tempo sem agitar o pessegueiro? A clausura leva à loucura... Um jacto potente também pode vazar a vista ao pobre coitado quando acerta na amígdala... Queria partilhar esta pérola que recentemente li: Se o espermatezoide fosse um pirilampo ...... o teu cu era uma Discoteca"...
ResponderEliminarAcho muito bem que ponhas o teu raciocínio em dia, aliás quem não o faz?
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